segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Heroin

You're like a heroin to me
I cannot deny
Every drop of pleasure makes me
Want to sell anything
You're like a heroin to me
Just to think of its pleasure
It makes me go through everything
Heroin it's like you to me
Makes me love it even when it kills me
Even when it makes me suffer on its abscence
Heroin reminds me of you
When I taste it I just can't drop it
You remind me of heroin
'Cause you made me addicted
Addicted to heroin
Addicted to you
Anyway, I just need to get clean
I just need to get away

Maria Monteiro

sábado, 23 de outubro de 2010

Um pouco mais romantica!

O céu é azul quando a gente o quer olhar, um dia é mais azul quando o amor está no ar!
Um dia ele é mais cinza quando há nuvens a tampar,
Mas não quer dizer que há tristeza a te rodear.
O céu é azul quando você o desejar,
Ainda mais azul, quando fazes questão de olhar
O céu te acompanha sempre sem te fazer notar!
É uma companhia que te preencherás quando menos esperar e quando mais precisar
O céu é azul por reflexo da Luz
Seja luz solar, seja luz da alma,
Tanto faz!
O céu pouco se importa,
Basta apenas iluminar!
Iluminar o coração daqueles que se perguntam
O por que ele está a nos acompanhar.

Maria Monteiro

A Alma de Poeta

"Por que a alma do poeta precisa sofre?
Por que é movida a paixão?
Se ao menos tivesse uma gota de razão...mas não.
Vive suspirando, lamentando amores passados
Nostálgicos, bucólico, sonhador
Torna-se amigo inseparável da dor
E o que mais fere ;e não poder livrar-se dela
Se não há dor também não há inspiração
A maioria das canções nunca teriam sido compostas
A literatura? Essa já estaria morta
Pois a poesia vive para o consolo da dor
A dor que tanto incomoda
Mas que se faz necessária quando se quer falar de amor
Amar dói, às vezes, dói tanto que corrói
Em relação a isso nada se pode fazer
Padecemos por amar e amar é padecer
Por que a alma do poeta precisa sofrer?
É simples:
Se não sofresse, não seria poeta"

T. S. Oliveira

Visitem: www.batedeiraindustrial.blogspot.com

sábado, 2 de outubro de 2010

Devaneio

Eu quero que batam à porta,
Que tragam a companheira da noite,
Que me sigam à toa,
Que me liguem de madrugada.

Quero que me tirem da aula
Pra nada, pruma breja,
Prum por-do-sol nada especial.

Eu quero rodeios,
Que me chamem de louca,
Que me chamem de louca,
Que me queimem o pavio.

Eu quero sentimentos,
Sem julgamentos,
Quero doces suculentos no mês de dezembro.

Mas, principalmente, eu quero uma sombra,
Não quero videntes.
Quero nadar no mar
sem saber pronde ir, sem rumo, sem destino.

Depois, quero acordar na cama, no colo,
Com um sorriso e lembrar desse meu devaneio.