quarta-feira, 20 de abril de 2011

Simples e belo - título provisório!

Quem parou para contemplar, nesta noite, a lua tão bela, tão cheia de vida,
Que perto chegava da moça, na varanda da casa dela,
Tão amarela, laranja, opala, brilhante, radiante?
Tu, não? Eu, sim!
Que beleza, que pena da sua displicência,
Perdeu o que havia de mais belo na pré-noite da Santa Ceia!



Maria Monteiro

sábado, 19 de março de 2011

What's eating me!

He's right there and cannot touch him.

I can feel his scent and yet cannot taste him.

Why does the world does this to me?

It's not the first time. It's all the time.

And every where I go,

I hear him.

Sweet words come out of his mouth, come out of his sweet lips.

They're warm.

And his hand, such a soft hand, never touches me.

I can close my eyes and picture a scene, an unreachable scene.

Please, tell me it will be all right.

And, someday, I can close my eyes never having to open them again.

Please, tell me I'll reach peace as it means.

And, someday, I can close my eyes never having to open them again.

And then finally, I'll reach my dream, me and him in that scene.

Never having to wake up again.

Maria Monteiro

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Heroin

You're like a heroin to me
I cannot deny
Every drop of pleasure makes me
Want to sell anything
You're like a heroin to me
Just to think of its pleasure
It makes me go through everything
Heroin it's like you to me
Makes me love it even when it kills me
Even when it makes me suffer on its abscence
Heroin reminds me of you
When I taste it I just can't drop it
You remind me of heroin
'Cause you made me addicted
Addicted to heroin
Addicted to you
Anyway, I just need to get clean
I just need to get away

Maria Monteiro

sábado, 23 de outubro de 2010

Um pouco mais romantica!

O céu é azul quando a gente o quer olhar, um dia é mais azul quando o amor está no ar!
Um dia ele é mais cinza quando há nuvens a tampar,
Mas não quer dizer que há tristeza a te rodear.
O céu é azul quando você o desejar,
Ainda mais azul, quando fazes questão de olhar
O céu te acompanha sempre sem te fazer notar!
É uma companhia que te preencherás quando menos esperar e quando mais precisar
O céu é azul por reflexo da Luz
Seja luz solar, seja luz da alma,
Tanto faz!
O céu pouco se importa,
Basta apenas iluminar!
Iluminar o coração daqueles que se perguntam
O por que ele está a nos acompanhar.

Maria Monteiro

A Alma de Poeta

"Por que a alma do poeta precisa sofre?
Por que é movida a paixão?
Se ao menos tivesse uma gota de razão...mas não.
Vive suspirando, lamentando amores passados
Nostálgicos, bucólico, sonhador
Torna-se amigo inseparável da dor
E o que mais fere ;e não poder livrar-se dela
Se não há dor também não há inspiração
A maioria das canções nunca teriam sido compostas
A literatura? Essa já estaria morta
Pois a poesia vive para o consolo da dor
A dor que tanto incomoda
Mas que se faz necessária quando se quer falar de amor
Amar dói, às vezes, dói tanto que corrói
Em relação a isso nada se pode fazer
Padecemos por amar e amar é padecer
Por que a alma do poeta precisa sofrer?
É simples:
Se não sofresse, não seria poeta"

T. S. Oliveira

Visitem: www.batedeiraindustrial.blogspot.com

sábado, 2 de outubro de 2010

Devaneio

Eu quero que batam à porta,
Que tragam a companheira da noite,
Que me sigam à toa,
Que me liguem de madrugada.

Quero que me tirem da aula
Pra nada, pruma breja,
Prum por-do-sol nada especial.

Eu quero rodeios,
Que me chamem de louca,
Que me chamem de louca,
Que me queimem o pavio.

Eu quero sentimentos,
Sem julgamentos,
Quero doces suculentos no mês de dezembro.

Mas, principalmente, eu quero uma sombra,
Não quero videntes.
Quero nadar no mar
sem saber pronde ir, sem rumo, sem destino.

Depois, quero acordar na cama, no colo,
Com um sorriso e lembrar desse meu devaneio.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Novo Blog

AQUI VOU POSTAR TODOS OS MEUS 6 POSTS ANTIGOS DO OUTRO BLOG POR ORDEM DE DATA MAIS ANTIGA À MAIS RECENTE.

Neste, prefiro que dêem preferência aos primeiros desta página mesmo. São poucos, gosto de todos!

Obrigada,

Maria Monteiro

domingo, 25 de outubro de 2009

Simples Nostalgia

O mar, o ar e a dor

O sol, o lar e a flor

Ao vento, lento, no relento

Soa brisa fresca e sem cor.

E o sentimento, que sentimento

Eu me lembro, sim,

Amor, o amor e a dor juntos

Num soneto, num verso,

Num para-choques de caminhão

Num caderno, nos olhos, no sorriso

Daquela paixão.

Ah! A canção, em vão, soa

Com graça na lapa, na laje da nação.

Ao vento, lento, no relento

Soa brisa fresca e sem cor.

Maria Monteiro

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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Sonho

No meio do mar gigante

sinos da cidade tocando.

As pessoas voando

O brilho do sol vindo de baixo,

Querendo se encontrar com a lua acima.

Acima das cabeças dos nadadores do vento.

E nunca se encontraram, jamais se tocaram

As luzes do sol e da lua, mesmo sedentos um pelo outro,

Porque o sol aparecia de noite e a lua apenas de dia.

E o velho da vez, a quem ninguém dava ouvidos, sussurrou

Qualquer coisa, mencionando da vida.

Lembro apenas de suas últimas palavras

'...de olhos fechados é mais fácil'

Não sei, e os sinos soavam mais forte e mais forte.

Embassada, a janela emanava luz fria do sol da manhã

Maria Monteiro

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ontem à Noite

Noite de 3/11/2009 e madrugada de 4/11/2009

Até as dez e pouco da noite a lua estava alaranjada e redonda como nunca. Não estava grande, como fica algumas vezes, estava apenas laranja e muito definida. Quando saí da aula e me deparei com essa beleza, encostei no carro e fiquei admirando-a por um tempo.

Entediada a uma da manhã, resolvi lavar os olhos que me irritavam desde cedo e já ardiam de tanto esfregá-los, desci as escadas pra tomar um copo d'água, olhei pela janela e saí para o quintal. Lá fora o chão parecia estar sendo iluminado por qualquer luz artificial, mas era a lua, agora, toda branca. As luzes da cidade podiam ser dispensadas nessa noite.

A sombra que a lua produzia de minhas mãos e das plantas era demasiadamente nítida. Olhá-la repentinamente chegava a doer os olhos, parecia um imenso holofote pendurado no céu.

A noite estava quente e mesmo sem nuvens, ao olhar para cima, o céu parecia opaco, como se houvesse uma fina camada de névoa. Muito provavelmente era a poluição da cidade sendo refletida pelas luzes e pelo luar. Mesmo assim era possível ver algumas estrelas, as constelações de Órion e do Cruzeiro do Sul estavam se destacando bem. Que felicidade foi ver aquilo.

Fiquei admirando aquele céu sei lá por quanto tempo, incontrolavelmente eu sorria sem sentir nenhum tipo de emoção e desapercebidamente algumas lágrimas caíram. O coração parecia não existir, não sentia nada, nem demasiada felicidade, nem angustia, nem tristeza, nada. Talvez a irritação dos olhos tenha ajudado, não importa, sei, apenas, que rolaram umas poucas delas.

Olhei para a piscina e parecia um espelho que refletia toda a lua. Sentei-me e brinquei com a água. Estava morna, que delícia. Resolvi deitar e fiquei alí por mais um tempo olhando a lua, órion, o cruzeiro, a piscina, o reflexo das ondas na parede ao lado. Que vontade de mergulhar. E o sorriso não se esgotava.

Lembrei-me que tinha largado meu cachorro no quarto, ele não podia perder aquilo, subi e o soltei. Pensei em abrir a gaiola da lora, mas já estava aberta. Acho que ela não quis nos acompanhar.

Peguei uma almofada do sofá da varanda e deitei novamente na beira da piscina e permaneci assim por mais meia hora, talvez, brincando com a água, fazendo as ondas, pra olhar seu reflexo na parede e olhando as estrelas.

Agora decidi sentar para sentir a água com os pés, que já ivenjavam minhas mãos. Até que, então, não me senti mais sozinha, o sorriso se foi. Parecia ter algo a trás do coqueiro, fiquei pensando mais uns minutos seriamente e levantei para acender a luz da churrasqueira para iluminar a parte escura. Não havia nada no coqueiro e depois vi que alí perto voava uma borboleta. Provavelmente se debatia de vez enquando nas folhas da árvore e devia haver mais de uma delas. Tranquilizei-me, apaguei a luz e sentei-me novamente com os pés n'água, mas desta vez fiquei assistindo o voar da borboleta sob a luz da lua, era inspirador, o sorriso voltou. Perdi a noção do tempo, esqueci-me de sua existencia.

Senti meu cachorro se aproximar, deitando-se ao meu lado, levantei e resolvi ir dormir.

Na cama, lembrei de quando era criança, de como eu fazia isso quase todas as noites, principalmente nas de lua cheia, de como ficava deitada na rede conversando com a lua. E me perguntei porque deixei esse encanto de lado, esquecendo que o céu ainda existia e da paz que a noite trazia.

Maria Monteiro

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domingo, 29 de novembro de 2009

Oferenda

Eu não tenho nada, nada dessas frases, nada dessas obras de arte

Eu não tenho nada, nada dessas ideias, nem inspirações

Mas alguma coisa a te oferecer um tenho

Não é nada de primeira mão, nem planejado, nada contado

É simplesmente o meu coração

Meu ombro amigo pra umas lagrimas

Um abraço inesperado e quem sabe uma palavra de consolação

Porque quando estou com você eu não vejo alguém, eu sinto além

Eu fico a vontade, sem nenhuma maldade

E tudo que quero de ti é um sorriso feliz, um abraço sincero.



Maria Monteiro

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sábado, 13 de março de 2010

Apenas isso:

Eu quero um braço pra segurar, uma flor pra ganhar, quero uma coberta e um leite quente depois de um dia de outono na terra do meu Brasil.

Maria Monteiro

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COMENTÁRIO: 1 comentários:

scentless apprentice disse...

bonito, pri. tá inspirada :)

quinta-feira, 18 de março de 2010

A Promessa - Engenheiros do Hawaii

"Não vejo nada, o que eu vejo não me agrada

Não ouço nada, o que eu ouço não diz nada

Perdi a conta das perolas e porcos que eu cruzei pela estrada

Estou ligado a cabo a tudo que acaba de acontecer

Propaganda é a arma do negócio

No nosso peito bate um alvo muito fácil

Mira a laser... miragem de consumo

Latas e litros de paz teleguiada

Estou ligado a cabo a tudo que eles tem pra oferecer

O céu é só uma promessa

Eu tenho pressa, vamos nessa direção

Atrás de um sol que nos aqueça, minha cabeça não aguenta mais

O céu é só uma promessa

Eu tenho pressa, vamos nessa direção

Atrás de um sol que nos aqueça, minha cabeça não aguenta mais

Tu me encontrastes de mãos vazias,

Eu te encontrei na contramão

Na hora exata, na encruzilhada

Na highway da superinformação

Estamos tão ligados, já não temos o que temer

O céu é só uma promessa

Eu tenho pressa, vamos nessa direção

Atrás de um sol que nos aqueça, minha cabeça não aguenta mais

O céu é só uma promessa

Eu tenho pressa, vamos nessa direção

Atrás de um sol que nos aqueça, minha cabeça não aguenta mais"

credo

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